A Física das Amizades – Parte 1





Amizades “vem” amizades “vão”.


Relações breves, outras um tanto duradouras, podendo inclusive tender ao “para sempre”.


Quem nunca se perguntou o por quê das relações de amizade ou inimizade?


Como que se dá a dinâmica física-energética das relações humanas?


As amizades parecem surgir (se estabelecer) e desaparecer a partir de um espectro (variedade) de radiações eletromagnéticas (matizes de frequência ou energia) muito amplo, já que ressonância (sintonia) e dissonância (dissintonia) seguem estados de coerência e decoerência muito precisos dentro das “Leis de Atração e Repulsão Universal”.


Quando dizemos “a partir de um espectro de radiação amplo” é devido às características que envolvem as amizades.


Uma amizade pode ser predominantemente “vermelha”, “azul”, “verde”, “amarela”, “laranja”, “branca”, “infravermelha”, “ultravioleta”, enfim, irá depender de onde as Consciências que se “combinam” estiverem polarizadas.


“Estar polarizado” significa estar identificado com uma direção específica, uma tendência que gera determinado tipo característico de comportamento ou conduta de maior probabilidade devido à polarização.


Quando em uma amizade uma ou outra pessoa muda o foco de interesse e toma uma direção mais específica (definida) diferente daquela em que estava anteriormente, compreende-se que sua polarização individual mudou, podendo ou não haver um enfraquecimento da relação, dependendo de como que a outra parte (que continua na polarização anterior) irá reagir a este processo de mudança de foco.


Há amizades que “surgem” e se estabelecem por estarem conjuntamente identificadas com “cores” que vibram, por exemplo, no “mental”. São pessoas que tomam a direção mental predominantemente, e tendem a se manifestar através das dimensões de frequência que correspondem ao “Universo Mental”. Elas se identificam muito com a instância intelectual, com o universo do aprendizado, estudos, pesquisas, etc. Buscam conhecer a nível Consciente, sendo muito curiosas e investigativas.


Pode haver, portanto, uma combinação neste sentido entre duas pessoas. Neste tipo de polarização – ligada à “instância mental” - há uma necessidade por se entender como que “as coisas funcionam” no Universo (interno e externo), para que então se chegue num ponto superior de compreensão.

Toda relação possui algo de Universal e algo de Particular.


Cada amizade é única por um lado, ou seja, possui uma assinatura energética própria. Esta assinatura é gerada pela combinação de ambas as ondas de frequência, emanadas por ambas as pessoas. É como uma “marca digital”.


Quando dois seres humanos entram em ressonância um com a outro (devido ao foco de interesses serem muito semelhantes), pode-se dizer que existe o fenômeno de luz coerente entre ambos, pois suas ondas de energia possuem - num determinado momento - a mesma frequência (vibração) e direção.


A coerência logicamente nunca é total, pois por mais semelhança de posição (“localização dimensional”) e momentum (“velocidade de desenvolvimento”) que exista entre duas pessoas, elas nunca serão idênticas (cada pessoa é uma Totalidade Singular).


Quanto maior é a coerência entre as Ondas de Energia de duas pessoas, maior será a probabilidade de que se estabeleça uma amizade consistente, ou seja, uma relação em que a troca de dados de informação entre ambas sejam não somente grande, mas frequente no fluxo do tempo.


Tal processo de coerência faz com que ambas as pessoas entrem em fase (alinhamento) por estarem vibrando ordenadamente (sincronicamente) a nível quântico, possibilitando uma interferência construtiva entre ambas as Ondas de Energia (suas energias se somarão), ou seja, as duas pessoas sentirão afinidade (“empatia”) uma pela outra. Quando tal ressonância entre dois indivíduos ocorre, há campo suficiente para o desenvolvimento de uma amizade.


As atrações mútuas geradoras de relações de amizade se dão pelo fato de duas pessoas estarem conectadas a aspectos semelhantes dentro da enorme gama de qualidades energéticas (matizes) que encontramos no Universo Multidimensional e Multipotencial.


O grau de intensidade (a variação do fluxo de energia no tempo) de uma amizade será de acordo com a amplitude de afinidades que duas pessoas possuem em comum e também dependerá do grau de resistência que as instâncias interna (universo psíquico-emocional) e externa (universo sócio-cultural) oferecem ao desenvolvimento de tal amizade.


A resistência faz com quê haja certo bloqueio na transmissão de energia-informação entre duas pessoas, dificultando a comunicação e podendo inclusive irromper em um atraso no desenvolvimento da compreensão mútua.


Quanto maior a resistência, que se define em física pela capacidade de um corpo qualquer se opor à passagem de corrente elétrica (dados de informação), mais devagar tenderá a ser a evolução de uma relação de amizade, pois com a resistência a comunicação entre duas pessoas fica “atrasada”, dificultada devido aos obstáculos internos e externos (isto será explicado num outro momento).


Quando há muita resistência, a energia que deveria ser utilizada na construção e evolução de uma relação de amizade é “desviada”, ou seja, é aplicada em outras “direções” que não correspondem necessariamente ao processo de construção da amizade, podendo inclusive, dependendo da intensidade, trabalhar contra o processo de sintonização entre duas pessoas (isto também será explicando em outro momento).


Nem sempre apenas as semelhanças provocam uma química de atração, pois Fatores (qualidades) Opostos também podem conectar duas almas numa relação de amizade.


Isto não necessariamente é comum, mas pode ocorrer e geralmente ocorre quando duas pessoas desejam acelerar seu crescimento através da troca de energias-informações que irão complementá-las naquilo que ambas não tem ainda bem desenvolvidas em si mesmas.


Embora haja um padrão de energia-informação subliminar (atuante) que esteja unindo primariamente (por sintonia de interesses) estas almas que se ressonaram posteriormente por Fatores Opostos (interesses discordantes) - e isto se relaciona com uma Radiação de Fundo que as conecta mais “inconscientemente”-, neste caso ocorre também uma atração “secundária” muito intensa que estabelece uma conexão não por haver uma semelhança entre ambas, mas por existir uma distinção em determinados focos de interesses pessoais.


Conectando Ciências e Universos,


Tiago Brandão – Central Havona - 20-06-2018

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Belo Horizonte - MG

Tiago Brandão - Psicólogo Clínico

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